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  • Tatiane de Lima

Como lidar com a vulnerabilidade em meio à pandemia?



Devemos respirar fundo e entrar na arena, qualquer que seja ela: um novo relacionamento, um encontro importante, uma conversa difícil em família, uma contribuição criativa ou até mesmo o vírus invisível, chamado Covid-19.


Comentamos aqui outro dia que alguns comportamentos podem ser próprios desse momento, mas cada pessoa reage de uma forma a um cenário tão instável, não é? O que se torna comum em tempos tão incertos como este é a sensação de que somos todos vulneráveis. E não há nenhum erro em pensar assim! A antropóloga Brené Brow nos convida a compreender a causa dos nossos medos, anseios e fugas como algo que escancara o quanto somos imperfeitos. Admitir isto é o primeiro passo para encarar a vulnerabilidade.


Na contramão da ideia de buscar controle, uma possibilidade pode ser combater o medo ao

aceitar que somos frágeis e que é possível demonstrar fraquezas. Como exemplo disso é que, em nossas empresas, temos que nos mostrar fortes e positivos para dar conta de mantermos nossos salários e empregos - quando a verdade é que estamos todos preocupados. Para a famosa antropóloga, quanto mais pudermos falar disso e nos expor, mais perto chegaremos de uma saída rápida. Isso quer dizer que a coragem de ser imperfeito passa pela capacidade de nos conectarmos com críticas e julgamentos.


Minha sugestão aos colegas que trabalham diretamente com RH, aos líderes e empresários: demonstrem suas preocupações. Afinal, todos estamos vivendo juntos este momento e, ao verbalizarmos nossas ansiedades, angústias e medos, podemos encontrar soluções rápidas e inteligentes

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